O que é nefrectomia e quando ela é necessária?

O nome pode parecer complexo, mas a nefrectomia é um procedimento fundamental na urologia. De forma direta, trata-se da cirurgia para a retirada total ou parcial de um dos rins. Embora o corpo humano possua dois rins, em diversas situações a remoção de um deles (ou de parte dele) é a melhor estratégia para preservar a saúde e a qualidade de vida do paciente. Os tipos de nefrectomia Existem duas abordagens principais, dependendo da gravidade e da localização do problema: 1. Nefrectomia Parcial: É a remoção apenas da parte doente do rim, preservando o máximo possível de tecido saudável. É a técnica preferida sempre que possível, pois mantém a função renal mais preservada. 2. Nefrectomia Total (ou Radical): Ocorre quando todo o órgão precisa ser removido, muitas vezes incluindo a glândula suprarrenal e os linfonodos próximos. Quando a cirurgia é indicada?

A decisão pela nefrectomia não é tomada de forma isolada. Ela costuma ser o desfecho de uma avaliação criteriosa após exames de imagem, como tomografia ou ressonância. As principais causas incluem: Tumores Renais: A presença de câncer de rim é o motivo mais comum. A cirurgia visa eliminar as células malignas antes que se espalhem. Rim não funcionante: Quando um rim para de funcionar devido a infecções crônicas, cálculos renais graves ou malformações, ele pode se tornar uma fonte de dor e infecções repetitivas. Traumas graves: Acidentes que causam lesões irreparáveis no órgão. Doação de órgãos: Quando uma pessoa saudável decide doar um rim para um paciente com insuficiência renal. Avanços e recuperação Antigamente, essa cirurgia exigia grandes cortes.

Hoje, a urologia moderna utiliza técnicas minimamente invasivas, como a laparoscopia e a cirurgia robótica. Através de pequenos furos, o cirurgião opera com câmeras de alta definição, resultando em menos dor pós-operatória e uma recuperação muito mais rápida. Curiosidade: Você sabia que é perfeitamente possível viver uma vida normal e saudável com apenas um rim? O órgão remanescente costuma aumentar levemente de tamanho para compensar a função do que foi retirado, garantindo a filtragem do sangue de forma eficiente. Se você possui algum diagnóstico renal, o acompanhamento regular com um urologista é essencial para monitorar a saúde dos seus rins.

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Narrativas Visuais: Quando a moda deixa de ser vestuário para se tornar conceito editorial

Uma peça de roupa pendurada em um cabide é apenas um objeto têxtil, uma composição de fibras e costuras. No entanto, quando essa mesma peça é transposta para um ensaio editorial, ela deixa de ser um produto utilitário para se transformar em um signo. O que separa a fotografia de catálogo — focada na clareza técnica e na venda direta — da fotografia editorial é, essencialmente, a capacidade de construir uma narrativa que dispense palavras. No mercado publicitário contemporâneo, a moda não quer apenas vestir o corpo; ela deseja habitar o imaginário. Essa transição exige uma mudança drástica na postura de todos os envolvidos, especialmente dos modelos e atores. Se na publicidade comercial de varejo a prioridade é o sorriso convidativo e a postura impecável, no conceito editorial o que se busca é a “imperfeição planejada” ou a intensidade dramática. Aqui, o modelo atua como um performer. Ele precisa entender o subtexto da campanha. Se a marca propõe um conceito de sustentabilidade radical, a expressão corporal não pode ser estática; ela deve evocar organicidade, conexão com a terra ou até uma certa crueza. A anatomia do casting técnico Para as agências de modelos e diretores de casting, selecionar o rosto de uma campanha editorial é um exercício de curadoria artística. Não se trata apenas de medidas ou simetria facial. Analisa-se a “fotogenia interpretativa”. Expressão Cinética: A habilidade de transmitir movimento mesmo em uma foto estática. Microexpressões: A capacidade de alterar o tom da imagem com um leve semicerrar de olhos ou uma tensão sutil no maxilar. Identidade Visual: Marcas de luxo buscam modelos que possuam uma estética singular, algo que as torne instantaneamente reconhecíveis em um mar de conteúdos digitais. Um exemplo prático dessa distinção ocorreu em uma campanha recente de uma grife europeia filmada no sertão brasileiro. O casting não buscou apenas modelos profissionais padrão; buscou atores que pudessem suportar o peso do cenário. O resultado não foi uma vitrine de roupas, mas um curta-metragem visual sobre resistência e elegância árida. O vestuário estava lá, mas o que o público consumiu foi a atmosfera. O portfólio como documento de versatilidade Para quem está iniciando ou consolidando uma carreira artística, entender essa fronteira é o que define o sucesso em seleções de alto nível. Um book fotográfico eficiente precisa demonstrar que o profissional transita entre esses dois mundos.

Do Nicho ao Imperativo:Modelos Plus Size como Estratégia de Vendas e o Fator Chave da Representatividade

Ter apenas fotos de “rosto bonito” limita o alcance. O mercado exige um portfólio que mostre repertório: fotos que revelem domínio de luz, sombra e, acima de tudo, a capacidade de se despir da própria personalidade para vestir o conceito da marca. A produção de moda hoje está intrinsecamente ligada ao marketing de influência, mas com uma ressalva importante: a técnica profissional ainda é soberana. Enquanto influenciadores trazem alcance, modelos e atores profissionais entregam a estética aspiracional que mantém o valor de uma marca elevado. É a diferença entre o “comum” e o “extraordinário”. O impacto de uma campanha editorial bem executada reside na sua permanência. Fotos comerciais são efêmeras, duram o tempo de uma promoção. Narrativas visuais conceituais, por outro lado, tornam-se referências históricas, influenciando o design, o cinema e o comportamento social por décadas. No fim das contas, a moda editorial não fala sobre o que vestimos, mas sobre quem desejamos ser naquele fragmento de segundo capturado pela lente.

Geometria da face: A busca pelo equilíbrio matemático entre simetria e expressão humana

Sabe aquele incômodo que surge quando você olha uma foto antiga e, logo depois, se encara no espelho? Não é necessariamente uma ruga específica que incomoda, mas uma sensação de que as “peças” não se encaixam mais como antes. As sombras parecem mais profundas, o contorno da mandíbula perdeu a nitidez e o olhar transmite um cansaço que uma noite de sono não resolve. O grande erro da estética moderna foi, por muito tempo, tentar resolver isso com volume. “Falta maçã do rosto? Coloca preenchimento”. “Tem ruga na testa? Trava com Botox”. O resultado? Rostos inflados, sem expressão e estranhamente parecidos uns com os outros.

A verdadeira beleza não mora na perfeição milimétrica de um filtro de rede social, mas na geometria inteligente que respeita a dinâmica do seu sorriso. A queda do “Triângulo da Juventude” Na juventude, nossa face se assemelha a um triângulo invertido: maçãs do rosto altas e preenchidas, mandíbula definida e queixo projetado. Com o passar dos anos, a gravidade e a perda de coxins de gordura invertem essa geometria. O rosto se torna uma pirâmide, com a base mais larga devido à flacidez e ao acúmulo de pele na linha do pescoço. Muitas pacientes chegam ao consultório pedindo para “preencher o bigode chinês”.

O que elas não percebem é que o problema não é o sulco em si, mas o fato de que o rosto “derreteu” de cima para baixo. Preencher o sulco sem tratar a sustentação é como tentar consertar uma rachadura em uma parede que está cedendo: você gasta material e não resolve a estrutura. Onde a matemática encontra a biologia Para restaurar esse equilíbrio, trabalhamos com o que chamamos de pontos de ancoragem. Em vez de simplesmente “encher” o rosto, usamos tecnologias e injetáveis para criar vetores de tração.

Ultraformer MPT: Aqui não falamos de volume, mas de arquitetura. O ultrassom microfocado atua nas camadas profundas, inclusive no SMAS (o músculo que o cirurgião plástico puxa no lifting), causando uma retração que devolve o rosto para o lugar original. Bioestimuladores de Colágeno: Eles funcionam como uma “poupança” de firmeza, melhorando a densidade da pele para que ela não ceda tão facilmente à gravidade. Preenchimento Estrutural (MD Codes): Usamos o ácido hialurônico em pontos estratégicos para mimetizar o suporte ósseo que perdemos com a idade. https://drummondermato.com/tratamentos/laser-fotona/

Gestão de frotas e logística: o controle além das paredes da empresa

O pátio está vazio, o último caminhão acabou de cruzar o portão e, na sala da gerência, Roberto encara a planilha. No papel, tudo parece sob controle: a carga saiu no horário, a nota fiscal foi emitida e o roteiro está definido. Mas há um incômodo silencioso que todo gestor de logística conhece bem. No momento em que o veículo ganha a rodovia, ele entra em uma espécie de “buraco negro” informacional. O que acontece entre a expedição e a entrega final ainda é, para muitas empresas, um território de suposições e reações tardias. Gerir uma frota não é apenas saber onde o motorista está via GPS. Isso é o básico, o feijão com arroz. O verdadeiro desafio estratégico — aquele que separa as operações lucrativas das que apenas “trocam dinheiro” — é a integração profunda desse movimento externo com o coração da gestão empresarial, o ERP. O custo invisível do “ponto cego” Pense na última vez que um imprevisto aconteceu. Um desvio de rota não planejado, um pneu furado ou uma espera excessiva para descarregar em um cliente difícil.

Se essa informação demora três dias para chegar ao escritório em um relatório de papel, o prejuízo já foi consolidado. Quando a logística opera de forma isolada, como um departamento que “apenas entrega”, a empresa perde a chance de entender o custo real de servir cada cliente. Sem dados integrados, o financeiro não sabe se aquela entrega específica deu lucro ou se o consumo excessivo de combustível naquela rota devorou a margem do produto. A eficiência operacional morre no silêncio entre os setores. A transformação digital pé no barro A verdadeira digitalização de processos acontece quando o motorista, por meio de um aplicativo simples ou um coletor de dados, alimenta o sistema central em tempo real. Não se trata de controle pelo controle, mas de inteligência. Imagine o cenário ideal: ao finalizar uma entrega, o sistema atualiza automaticamente o estoque do cliente, dispara o gatilho de faturamento no financeiro e já recalcula a próxima manutenção preventiva baseada na quilometragem rodada. Isso não é ficção tecnológica; é o que chamamos de visibilidade de ponta a ponta. Nesse modelo, o Business Intelligence (BI) deixa de ser um gráfico bonito na parede para se tornar uma ferramenta de sobrevivência. Se os dados mostram que determinada rota tem um índice de reentrega alto por problemas de acesso, a gestão comercial pode usar essa informação para renegociar prazos ou preços. A tecnologia para empresas precisa servir para isso: dar voz aos fatos que ocorrem longe dos olhos do dono. https://www.cigam.com.br/nuvem-cigam

Além do combustível e dos pneus O controle de custos é o primeiro passo, mas a excelência vem da rastreabilidade e da previsibilidade. Um gestor que domina sua logística consegue responder ao cliente antes mesmo de ele ligar perguntando pelo pedido. Isso muda a percepção de valor. O CRM deixa de ser apenas uma agenda de contatos e passa a ser alimentado pela realidade da rua. A integração entre departamentos elimina o retrabalho. Quando o setor de vendas sabe exatamente a capacidade de carga disponível para a próxima semana, ele não promete o que a logística não pode cumprir. A produtividade empresarial dá um salto porque o planejamento para de se basear em “eu acho” e passa a se sustentar em “eu sei”.

Gestão de custos de produção: a precisão necessária para a precificação

Imagine a cena: o relatório de vendas aponta recordes sucessivos, o galpão está a todo vapor e os pedidos não param de entrar. No entanto, ao final do trimestre, o fluxo de caixa insiste em flertar com o vermelho ou apresenta uma margem tão pálida que mal cobre a depreciação do maquinário. Esse é o “paradoxo do crescimento cego”, um fenômeno comum em indústrias que operam com base em estimativas e não em dados granulares. A precificação, muitas vezes tratada como uma decisão puramente comercial ou de mercado, é, na verdade, o último elo de uma corrente que começa no chão de fábrica. Se a base dessa corrente — a gestão de custos de produção — for frágil, todo o resto se torna uma aposta de alto risco.

O ralo invisível da subjetividade O erro mais recorrente que observo em anos de consultoria estratégica é a aplicação de margens lineares sobre custos médios. Muitos gestores ainda calculam o preço final somando matéria-prima e mão de obra direta, ignorando variáveis que corroem o lucro silenciosamente. Refiro-me ao custo da ociosidade, aos gargalos logísticos internos e, principalmente, ao refugo que não é devidamente rastreado. Quando não há uma integração real entre o que acontece na linha de produção e o sistema de gestão (ERP), o custo unitário torna-se uma ficção contábil. Por exemplo, uma indústria de componentes metálicos pode acreditar que seu produto custa R$ 10,00 com base na ficha técnica teórica. Contudo, se uma prensa antiga exige três paradas para manutenção não planejada por semana, o custo real desse lote pode saltar para R$ 14,00. Se o preço de venda foi fixado em R$ 13,00 para “ganhar mercado”, a empresa está, literalmente, pagando para trabalhar.

https://www.cigam.com.br/blog/716/roi-no-erp-aprenda-sua-importancia-e-como-calcular

A precisão técnica como vantagem competitiva A transformação digital não se resume a instalar softwares; trata-se de criar uma cultura de rastreabilidade. Para precificar com segurança, é preciso dominar o conceito de custeio por absorção ou, de forma mais estratégica, o custeio baseado em atividades (ABC). Isso exige que cada etapa do processo produtivo gere um dado. Sincronia entre setores: O departamento de compras precisa alimentar o sistema com as flutuações de preços de insumos em tempo real, permitindo que a produção ajuste seus indicadores de custo imediatamente. Controle de tempos e métodos: A automação de processos permite identificar se o tempo padrão de produção está sendo cumprido. Se um operador leva 20% a mais de tempo do que o previsto, sua precificação já nasceu defasada.

Visibilidade de indiretos: Rateios arbitrários de energia, aluguel e administração são perigosos. A tecnologia permite alocar esses custos de forma muito mais justa por linha de produto ou centro de custo. Um cenário real: da intuição ao dado Considere uma fábrica de móveis planejados que operava com planilhas isoladas. O proprietário definia os preços observando a concorrência e aplicando um markup padrão. Ao implementar um ERP robusto com módulos de Business Intelligence (BI), a gestão descobriu que uma linha específica de acabamento em laca, embora fosse o “carro-chefe” em volume, gerava prejuízo devido ao tempo de secagem e retrabalho manual que nunca haviam sido quantificados.

O que é o ITBI e como calcular o valor desse imposto

O que é o ITBI e como calcular o valor desse imposto Se você está planejando comprar um imóvel, já deve ter percebido que o valor final vai muito além do preço de venda. Entre as taxas e documentos necessários, o ITBI é um dos custos mais importantes e que exige planejamento financeiro. Neste artigo, vamos direto ao ponto para você entender o que é esse imposto e como realizar o cálculo. O que é o ITBI? O ITBI significa Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis. Trata-se de um tributo municipal que deve ser pago sempre que ocorre uma transferência de propriedade de um imóvel entre pessoas vivas (inter vivos).

Sem o comprovante de pagamento do ITBI, não é possível oficializar a transferência no Cartório de Registro de Imóveis. Ou seja: o imóvel só passa legalmente para o seu nome após a quitação desse imposto. Como calcular o valor do imposto? O cálculo do ITBI é relativamente simples, mas o valor varia de acordo com a cidade onde o imóvel está localizado, já que cada prefeitura define sua própria alíquota. A fórmula básica é: Valor Venal do Imóvel (ou valor de transação) x Alíquota Municipal = Valor do ITBI. Passo a passo: 1. Identifique a alíquota: Na maioria das capitais brasileiras, a taxa varia entre 2% e 3%. Consulte o site da prefeitura da sua cidade para saber o valor exato. 2.

Defina a base de cálculo: Geralmente, utiliza-se o valor de mercado (valor da venda) ou o valor venal atribuído pela prefeitura. O imposto será calculado sobre o maior valor entre os dois. 3. Faça a conta: Se você está comprando um apartamento de R$ 500.000,00 em uma cidade onde a alíquota é de 2%, o cálculo será: 500.000 x 0,02 = R$ 10.000,00. Quem deve pagar e quando? Na maioria das transações imobiliárias, a responsabilidade pelo pagamento do ITBI é do comprador. O pagamento costuma ser feito no momento da lavratura da escritura pública. Dica de ouro: Alguns municípios oferecem descontos no ITBI para quem está comprando o primeiro imóvel pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH). Sempre verifique essa possibilidade com seu corretor ou na prefeitura para economizar no fechamento do negócio! https://marcosotero.com.br/blog/sem-categoria/como-vender-minha-casa/

Conjuntivite: as diferenças fundamentais entre as formas viral, bacteriana e alérgica

Acordar com a sensação de areia nos olhos e a pálpebra levemente grudada é um daqueles pequenos incômodos que podem arruinar uma manhã produtiva. Foi exatamente o que aconteceu com o Marcos, um arquiteto que atendi na semana passada. Ele chegou ao consultório convencido de que estava com uma “irritação boba” por causa do ar-condicionado, mas o aspecto do olho direito contava uma história bem diferente. A conjuntivite é, em essência, a inflamação da membrana transparente que reveste a parte branca do olho e o interior das pálpebras. O problema é que, sob o mesmo nome, escondem-se três vilões com comportamentos e tratamentos completamente distintos.

Entender essas nuances não é apenas uma curiosidade médica, mas uma questão de saúde pública e bem-estar individual. O rastro da inflamação viral No caso do Marcos, a vermelhidão era intensa, mas a secreção era aquosa, quase como uma lágrima constante. Isso é o que chamamos de conjuntivite viral. Ela é a “prima” do resfriado comum. Muitas vezes, o paciente teve uma dor de garganta ou mal-estar dias antes. O grande desafio aqui é o contágio. O vírus é extremamente oportunista: basta um toque no olho e depois na maçaneta da porta para que toda a família esteja em risco. Na lâmpada de fenda (o microscópio que usamos no exame oftalmológico), conseguimos observar pequenos folículos na conjuntiva que confirmam essa origem. O tratamento não envolve antibióticos — que seriam inúteis aqui —, mas sim compressas frias, lubrificantes e, acima de tudo, paciência, já que o ciclo do vírus precisa ser cumprido pelo organismo.

A presença da bactéria Diferente do cenário viral, a conjuntivite bacteriana se manifesta de forma mais agressiva visualmente. Imagine aquela secreção espessa, amarelada ou esverdeada, que faz com que a pessoa acorde com os olhos literalmente colados. Esse é o sinal clássico. Aqui, a acuidade visual pode ser momentaneamente afetada pelo excesso de muco, e a dor costuma ser mais latente. O tratamento exige colírios antibióticos específicos prescritos após a avaliação da pressão intraocular e da integridade da córnea.

Ignorar uma infecção bacteriana ou usar aquele colírio que sobrou da vizinha pode mascarar problemas graves e até gerar resistência bacteriana, complicando um quadro que seria simples de resolver. O ciclo da alergia Existe ainda um terceiro tipo que vejo com frequência em pacientes que sofrem com rinite ou asma: a conjuntivite alérgica. Se o sintoma principal for uma coceira insuportável, quase desesperadora, as chances de ser alergia são altíssimas. https://corv.com.br/degeneracao-macular-sintomas-riscos-e-cuidados-essenciais/

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Considerações finais sobre por que você deve contratar um corretor de imóveis.
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familiarizado com a área local e que comercialize os imóveis de acordo com essa
familiaridade.

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“O corretor e o cliente precisam ter a conexão certa. Lembre-se, vamos trabalhar
juntos por um bom tempo, então precisamos garantir que ambos estejamos em
sintonia e sejamos a combinação perfeita”, diz Dovenbarger.
“No fim das contas, o cliente e o agente trabalham em equipe.”
Como uma forte conexão entre você e seu corretor é essencial, escolher a
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Como identificar o perfil de investidor do seu cliente

Como identificar o perfil de investidor do seu cliente No mercado imobiliário, o sucesso de uma venda ou locação depende diretamente da capacidade do corretor de entender as necessidades do seu público. Quando falamos de investimentos, essa análise precisa ser ainda mais técnica. Identificar o perfil de investidor do seu cliente é o que diferencia um corretor comum de um consultor estratégico. Neste artigo, mostramos como mapear essas características de forma rápida e eficiente. Os três perfis principais no setor imobiliário Para oferecer o imóvel ideal, você deve classificar o cliente em uma das três categorias principais: 1. Conservador: Este investidor prioriza a segurança. Ele busca imóveis prontos, em bairros consolidados e com alta demanda de locação. O foco dele é a preservação do patrimônio e uma renda mensal estável (aluguel). 2. Moderado: Aceita um pouco mais de risco em troca de uma rentabilidade maior. Costuma investir em imóveis na planta ou em regiões que estão começando a se valorizar. Ele equilibra o ganho de capital com a segurança. 3. Arrojado: Busca lucros elevados em prazos mais curtos ou operações complexas.

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Este perfil se interessa por leilões, reformas para revenda (flipping) ou terrenos em áreas de expansão urbana acelerada. Perguntas estratégicas para o corretor Para identificar o perfil de forma prática, o corretor de imóveis deve fazer as perguntas certas durante o primeiro atendimento: Qual o objetivo principal? (Renda passiva com aluguel ou valorização para revenda?) Qual o prazo esperado para o retorno? (Curto, médio ou longo prazo?) Qual a tolerância a riscos? (Ele aceita a possibilidade de o imóvel demorar a ser entregue ou prefere algo imediato?) Por que isso é importante para o SEO e para as vendas? Entender o perfil do cliente permite que você direcione o estoque de imóveis de forma inteligente. Se o seu site ou portal imobiliário utiliza palavras-chave focadas em “investimento seguro” ou “alta rentabilidade”, você atrai o público certo para os anúncios específicos. Ao dominar essa técnica, o corretor otimiza seu tempo, aumenta a taxa de conversão e constrói uma autoridade sólida no mercado imobiliário. Lembre-se: um investidor satisfeito sempre volta para novos negócios.

Como funcionam os domínios .eth e a ENS (Ethereum Name Service)

Como funcionam os domínios .eth e a ENS (Ethereum Name Service) Se você já tentou enviar Ethereum ou qualquer token para uma carteira, sabe que lidar com endereços como 0x71C… é intimidador e arriscado. Um único caractere errado pode resultar na perda total dos fundos. É para resolver esse problema que existe o Ethereum Name Service (ENS). O ENS é, essencialmente, o “DNS da Web3”. Assim como o DNS transformou endereços IP complexos em nomes de sites amigáveis (como google.com), o ENS transforma endereços de blockchain em nomes legíveis, terminados em .eth.

O que é o ENS? O ENS é um sistema de nomenclatura descentralizado e de código aberto baseado na blockchain do Ethereum. Ele permite que você substitua sua chave pública longa e complexa por um nome simples e fácil de memorizar, como seunome.eth. Como os domínios .eth funcionam? Diferente dos domínios tradicionais (.com ou .br) que são controlados por autoridades centrais, os domínios .eth são NFTs (Tokens Não Fungíveis). 1. Contratos Inteligentes: O sistema utiliza smart contracts para gerenciar o registro e a resolução dos nomes de forma automática, sem intermediários. 2. Propriedade Real: Como cada domínio é um NFT (padrão ERC-721), ele fica guardado na sua carteira.

Você é o único dono e tem total controle sobre ele. 3. Versatilidade: Um único domínio .eth pode apontar não apenas para o seu endereço Ethereum, mas também para endereços de Bitcoin, Solana, perfis de redes sociais ou até sites descentralizados (IPFS). Por que investidores e usuários usam o ENS? Para quem atua no mercado cripto, o ENS oferece vantagens estratégicas: Segurança e Facilidade: Reduz drasticamente o risco de erros ao enviar ou receber criptomoedas. Identidade Web3: O seu .eth funciona como seu nome de usuário universal em centenas de dApps (aplicativos descentralizados) e metaversos. Valor de Ativo: Nomes curtos, marcas ou palavras genéricas tornaram-se ativos digitais valiosos, sendo negociados em marketplaces como o OpenSea.  https://play.google.com/store/apps/details?id=br.com.onilxpay.app